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quarta-feira, 21 de outubro de 2015



Embora para os cristãos a Bíblia seja um livro que não envelhece nem muda, a sua interpretação (teologia) sempre foi influenciada por situações históricas.

Durante o segundo e terceiro séculos depois de Cristo, muitos pais da igreja eram antissemitas em suas interpretações. Vários escritos comprovam isso, como os de Irineu (Heresias, vol. 302) e Hipólito (De Christo et Antichristo).

Ambos ensinavam que o anticristo seria um judeu da tribo de Dã, segundo a interpretação de Jeremias 8: 15-16 e outras passagens do Antigo Testamento. Durante o período da Reforma protestante, Lutero, Calvino, Melâncton, Bucer, Beza, Calisto, Bengel e quase todos os escritores protestantes da Europa diziam que o papa era o Anticristo.

Existe ainda um grupo minoritário, que defende que o anticristo não seria uma pessoa, mas um sentimento e que foi visto na história em figuras como os imperadores Nero e Vespasiano e também em Adolf Hitler.

Se a identidade ainda é um mistério, sobre as características a maioria concorda. Mais recentemente, eruditos tem escrito livros tentando mostrar que o cenário histórico aponta para a vinda do anticristo dentre o Islã. Perry Stone estudou o assunto por mais de 30 anos. Ele vem afirmando em seus DVD e artigos que o Anticristo será um muçulmano.

Autor de vários livros, Stone afirma que embora o entendimento tradicional é que o Anticristo seria um líder político/militar. Atualmente, existem no mundo cerca de 1,6 bilhão de muçulmanos e que eles nunca seguiriam um líder judeu ou cristão. Existem 52 nações cuja população é predominantemente islâmica e está na mão delas a maior parte da produção de petróleo do mundo.

O pastor Stone aponta para a estátua do capítulo 2 do Livro de Daniel. Lembra que os impérios representados têm paralelos com os animais listados no capítulo 7. Todos eles eram grandes opositores e/ou invadiram Israel. O último desses impérios seria o califado Otomano, que acabou após a primeira guerra mundial, mas tenta ressurgir pelas mãos dos jihadistas como Estado Islâmico.

Um dos motivos para Perry Stone defender essa crença é um estudo profundo que fez da percepção que os muçulmanos possuem do Apocalipse. O mesmo pensa Joel Richardson, outro estudioso do assunto. Ele já escreveu livros sobre o assunto, incluindo “The Islamic Antichrist” e “Mideast Beast: The Scriptural Case for an Islamic Antichrist”.

De fato em nossos dias, mais de dois terços do um bilhão de muçulmanos que vivem no planetaesperam que o Mahdi venha logo, indica uma pesquisa recente do Instituto Pew Research.

O Estado Islâmico já está marcando a data para a “guerra do fim do mundo”. Além disso, líderes muçulmanos têm anunciado a volta de Issa (Jesus) e a iminente chegada do Mahdi.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 20 de outubro de 2015


O que poderia ser o primeiro parágrafo de um conto de terror sci-fi é um relato objetivo do que aconteceu em uma região da China há algumas semanas: “No início de outubro, moradores da província de Jiangxi e da cidade de Foshan, na China, levaram um susto ao contemplar o horizonte. Havia uma cidade ali. Não a cidade inteira, mas o topo ou a silhueta do topo de prédios imensos. Abaixo do topo não havia o restante dos andares ou a base dos prédios, mas nuvens. Nuvens espessas e cinzentas.” Para alguns, é o primeiro ato do fim do mundo. Para outros é uma rachadura na parede invisível que nos separa dos universos paralelos que nos rodeiam. Para os cientistas é um fenômeno que, apesar de natural, continua sendo quase tão bizarro quanto as outras teorias. Teorias conspiratórias e divertidas.

No vídeo abaixo dá pra ter uma noção do que aconteceu. A hipótese mais provável é de que se trata de uma miragem causada por uma ilusão de ótica chamada Fata Morgana (a explicação desse nome que parece saído da Santa Inquisição ou do Castelo Rá-Tim-Bum vem mais adiante).


Quando uma camada da atmosfera é aquecida pelo Sol mas a camada de baixo permanece fria, essa diferença de temperatura gera diferentes densidades. Quando o raio de luz solar passa de uma densidade pra outra ele é refratado, fazendo com que seu ângulo mude. Apesar da luz estar “entortada”, nosso cérebro não enxerga dessa maneira, interpretando a imagem como se os objetos estivessem no local que estariam se o trajeto da luz tivesse permanecido inabalado.

Acredita-se que Morgana foi uma sacerdotisa que viveu na Grã-Bretanha no século V – ela é uma figura recorrente nas fábulas do Rei Artur. A razão dela ter servido de inspiração para batizar o fenômeno é porque, por muito tempo, homens e mulheres acreditavam estar diante de uma experiência mística quando testemunhavam com os próprios olhos a miragem – algo não muito diferente da reação das pessoas hoje após o ocorrido em Jiangxi e Foshan.


Uma das principais lendas dos mares, por exemplo. O Flying Dutchman, ou Holandês Voador, é um navio-fantasma amaldiçoado a navegar contra o vento para sempre, sem jamais conseguir aportar. A lenda foi criada – ou começou a se popularizar – no século XVII e já foi citada e replicada em tudo que é tipo de expressão da cultura pop. Nada mais que Fata Morgana.

Hoje, no lugar da lenda temos algumas hipóteses um pouco mais elaboradas. Há quem diga que o que foi visto na China faz parte do
Blue Beam Project (algo como Projeto Feixe Azul). A cidade levitante faria parte do segundo passo (de um total de quatro) desse projeto que teria sido criado pela Nasa para implementar a “nova ordem mundial”, uma era dominada por uma nova religião cujo líder será o anticristo.


Marike Veldman é uma enfermeira holandesa que se mudou para Jerusalém 37 anos atrás. Durante os últimos 32 anos trabalhou cuidando de órfãos palestinos. Ela é cristã e trabalhava com outros missionários no orfanato, sempre lidando com crianças.

Aos 78 anos de idade, ela não esperava ser atacada por um terrorista palestino. Quando entrou no ônibus número 78 em Talpior ela fazia um trajeto conhecido. Contudo, o ônibus foi parado e um homem armado com uma faca entrou, passando a ameaçar todos os passageiros.

Eles sequestraram o ônibus e começaram a gritar ‘Allahu Akbar’ [Alá é grande]. “O homem na minha frente tentou me esfaquear”, lembra Veldman. “Um outro homem começou a atirar. As pessoas gritavam muito alto. Foi horrível, eu clamava constantemente em voz alta ‘Senhor Jesus, Senhor Jesus Me ajude, me ajude.”

Quando o terrorista ouviu isso, “fugiu para o fundo do ônibus”, conta. A polícia acabou intervindo, matando os terroristas. A enfermeira ficou ferida, sofrendo uma perfuração na altura do pulmão. Ainda se recupera num hospital de Jerusalém.

Ela deu uma entrevista emocionante neste domingo (18). “Uma das primeiras perguntas que meus filhos [crianças do orfanato] me fizeram foi: Mãe, você nos odeia? Eu respondi “Não, eu não odeio vocês”. Em seguida, eles perguntaram “Você odeia os árabes? Eu disse que não. Nem mesmo odeio o homem que me apunhalou, tenho pena dele”. ”Sei que foi Deus me salvou”, resume.

Veldman vive na parte Oriental de Jerusalém, onde mora a maioria muçulmana. Ela conta que sempre tratou da mesma maneira crianças muçulmanas e cristãs. Ao longo dos anos ela adotou 20 crianças.

Uma delas é Majda Shakawi, 28, que agora cuida da mãe adotiva no hospital. “Eu estou tentando fazer como minha mãe fez e perdoar. É isso que minha religião ensina, mas é difícil”, conta.

A enfermeira não pretende ir embora do país, mas está muito assustada com a violência que parece ter tomado conta do país. “Eu não estou deixando Israel. O terror não vai controlar a minha vida”, finalizou.

O ataque ao ônibus deixou dois judeus mortos: Haviv Haim e Alon Goberberg. Os terroristas mortos pela polícia foram identificados como Baha Aliyan e Bilal Ranem. 

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Nove pessoas foram presas pela polícia civil do Rio de Janeiro durante a operação “Black Magic”. De acordo com a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, que conduziu as prisões em Duque de Caxias, todos são suspeitos de matar Dener dos Santos Perez, de 20 anos.

Todos os acusados fazem parte de uma seita religiosa que pratica magia negra. Dener participava de um “ritual de inicialização”. As investigações apontam que o jovem foi vítima de muitas agressões.

Foram pelos menos quatro horas de socos, chutes, joelhadas, golpes com correntes, facas e madeiras, queimaduras de charuto. Além disso a vítima, no início do ritual, foi embriagada e tinha a cabeça coberta com um capuz com cachaça, o que dificultava a respiração.

A polícia relata que, após ser assassinado, o cadáver da vítima foi deixado num terreno baldio de um local ermo. Ele estava na posição “padrão” do ritual da seita.

Os presos são: Salvador Almeida Filho, 49 anos, Marcília Nogueira da Silva, 45 anos, Laís Cristina Silva de Almeida, vulgo Lalá, 25 anos, Evandro Garcia Mattos, 38 anos, Ismael Santos de Souza, 31 anos, Luiz Cláudio Gualberto dos Santos Ribeiro, vulgo Claudinho, 43 anos, e Luciano Duarte de melo, 39 anos, Jerson Rayanderson Nogueira Júnior e Juliane Pereira Machado Agostim, ambos de 24 anos.

Eles são acusados de homicídio duplamente qualificado, lesão corporal, falso testemunho, coação no curso do processo e fraude processual e podem pegar até 30 anos de cadeia.

Fonte: Gosepl Prime


   De acordo com o Engadget, um asteroide, que tem entre 300 e 600 metros de diâmetro, foi recentemente descoberto por um observatório no Havaí. O corpo celeste irá passar a quase 500 mil quilômetros da Terra no dia 31 de outubro.

   Este asteroide irá passar a uma velocidade pouco usual de 35 km/s. Em comparação, o meteorito que foi gravado na Rússia, em 2013, tinha 17 metros e viajava a uma velocidade de 19 km/s.

   A NASA afirma que não há perigo de colisão mas que iria causar uma grande destruição caso atingisse a Terra, dado o seu tamanho e velocidade.

Fonte: www.msn.com

sexta-feira, 16 de outubro de 2015


As ameaças do Estado Islâmico de perseguir e matar cristãos em todo o mundo ganharam um novo episódio recentemente, com pichações contra os assírios na cidade de Gotemburgo, na Suécia.

Os cristãos assírios que vivem no país vêm, constantemente, deparando-se com mensagens de intolerância religiosa e ultimatos, pichados em estabelecimentos comerciais e muros da cidade.

Mensagens como “o califado está aqui” e “convertam-se ou morram” tem surgido por toda Gotemburgo, de acordo com informações do jornal sueco Dagens Nyheter.


Além dessas ameaças, a letra ن (“N” no alfabeto árabe), usada pelos extremistas para identificar cristãos com uma abreviação de “Nazareno” (termo usado para se referir aos seguidores de Jesus Cristo de Nazaré), tem sido pichada em propriedades dos cristãos assírios, como forma de identificar onde vivem seus alvos.

Essa mesma estratégia havia sido usada pelo Estado Islâmico quando invadiu Mosul, no Iraque, cidade que era considerada um reduto de cristãos.

“Eu senti um súbito arrepio percorrendo a minha espinha. É terrivelmente doloroso, nos sentimos ameaçados”, disse Markus Samuelsson, cristão assírio dono de uma padaria em Gotemburgo, em entrevista ao jornal Dagens Nyheter. “Nossa família fugiu da Turquia para a Suécia na década de 70. Esta exposição ao perigo nos lembra das histórias que nos contaram, quando éramos crianças. É muito real e ameaçador. Estamos aterrorizados”, acrescentou.

Um representante do distrito assírio da cidade, Josef Garis, disse que a polícia está investigando a autoria das ameaças: “É como se a perseguição do passado se reaproximasse”, lamentou.

Meses atrás, outro jornal, o Aftonbladet, noticiou que aproximadamente 150 pessoas haviam deixado Gotemburgo, mudando-se para o Iraque e a Síria, a fim de juntarem-se ao Estado Islâmico.

Gotemburgo foi descrita pelo estudioso em terrorismo Magnus Ranstorp como o “centro sueco dos jihadistas”, segundo informações do Christian Today.

Cristãos assírios

Recentemente o Estado Islâmico revelou ao mundo, em vídeo, a execução de três cristãos assírios, por decapitação, após se recusarem a negar Jesus, e pediu um resgate milionário para libertar os outros quase 200 reféns.

Os cristãos assírios são fiéis da Igreja Assíria do Oriente, que tem origem no século 1º d. C. Boa parte dos adeptos dessa vertente do cristianismo falam aramaico, o dialeto que era falado por Jesus.

Fonte: Gospel Mais



Um acidente de trânsito causou um trauma chamado de “decapitação interna” em um bebê de apenas 1 ano e 4 meses, mas ele sobreviveu e após o tratamento, terá uma vida normal. O desfecho do caso vem sendo tratado pelos médicos como um “verdadeiro milagre”.

O acidente aconteceu há aproximadamente um mês, durante uma viagem de família pela região de Nova Gales do Sul, na Austrália, quando o veículo em que estavam colidiu a 110 km/h contra outro carro.

O impacto da colisão causou a fratura de duas vértebras do pescoço e da clavícula do bebê, que ficou com o crânio separado da coluna vertebral. O termo técnico para esse tipo de trauma é “deslocamento atlanto-occipital”, popularmente chamado de decapitação interna, pois rompe as ligações ósseas entre a cabeça e a coluna.


O menino foi socorrido e submetido a uma cirurgia de mais de seis horas. No procedimento, os médicos usaram um microfio e uma parte da costela do bebê para conectar novamente as vértebras e o crânio.

Após a alta do bebê do hospital, o caso ganhou notoriedade na imprensa. O cirurgião que comandou o procedimento, Geoff Askin, afirmou que o fato de o bebê ter sobrevivido já era um milagre, mas a certeza de que ele terá todos os movimentos após a conclusão do tratamento, aumenta ainda mais o tamanho da façanha.

“Para começar, muitas crianças não sobreviveriam a esse tipo de lesão. E se sobrevivessem ou fossem ressuscitadas, então, talvez não conseguissem respirar e ou se mover novamente. Então, conseguir salvar a medula e sobreviver… foi um verdadeiro milagre”, comentou o médico, dizendo que essa era a pior lesão do tipo que ele já tinha visto.

Agora, já de alta médica, o menino vem sendo mantido sob observação em casa, com o uso de uma órtese – equipamento externo projetado para imobilizar os movimentos da coluna vertebral -, até que a cicatrização dos ossos esteja concluída.


De acordo com informações da BBC, a irmã mais velha do bebê também sofreu uma fratura de vértebra, mas foi operada e passa bem. Assista no vídeo abaixo a reportagem da emissora First on 7 


quarta-feira, 14 de outubro de 2015


A emissora do bispo Edir Macedo decidiu que a melhor estratégia para seguir crescendo em audiência e replicar o sucesso alcançado com Os Dez Mandamentos é tornar a faixa das 20h30 exclusiva para as produções baseadas na Bíblia.

A decisão, de acordo com informações do jornalista Flávio Ricco, foi tomada recentemente, após o início da produção e gravações de Escrava Mãe, a sucessora de Os Dez Mandamentos. A próxima novela da emissora vai funcionar como um prólogo da clássica novela Escrava Isaura.

Como o folhetim já estava agendado e não haveria tempo hábil para colocar Josué e a Terra Prometida no ar imediatamente após o último episódio de Os Dez Mandamentos, a Record manterá a programação inicial, mas a partir de 2016, somente “novelas bíblicas” serão exibidas às 20h30.

“Assim como o SBT criou uma faixa infantil a partir de “Carrossel”, a Record estabeleceu que o seu horário das 20h30 será destinado às novelas bíblicas. A exceção será apenas com a próxima, Escrava Mãe, com estreia em novembro, porque essa estratégia só foi definida após os bons resultados conquistados por Os Dez Mandamentos […] Tal decisão não implica na abertura de um segundo horário de novelas”, escreveu Flávio Ricco, em sua coluna no Uol.

O plano foi consolidado pela emissora após encontrar sua própria identidade na dramaturgia, diferenciando-se da principal concorrente, Globo: “Depois das várias tentativas feitas com produções de época ou contemporâneas, a direção está convencida que adaptar histórias inspiradas na Bíblia já é, e para sempre será, a melhor alternativa para disputar a preferência do público”, acrescentou o jornalista.

De acordo com Flávio Ricco, a direção da Record está levando a sério a promessa de que Josué e a Terra Prometida será uma continuação exata de Os Dez Mandamentos, e colocou a autora Vivian de Oliveira para escrever os primeiros capítulos da nova novela. Depois, ela passará o bastão para Renato Modesto, que comandará o projeto a partir de 21º capítulo.

“Vivian de Oliveira, autora de ‘Mandamentos’, vai escrever os vinte primeiros capítulos de Josué, como se fosse a primeira fase da novela, que terá em destaque o momento que Moisés recebe a tábua dos Mandamentos até a sua morte”, concluiu o jornalista.

Fonte: Gospelmais


Pela primeira vez na história, uma novela de fora da TV Globo ficou à frente do folhetim das 21h00 da emissora, horário considerado o principal pelo mercado publicitário. Na última sexta-feira, 11 de setembro, Os Dez Mandamentos ficou à frente de A Regra do Jogo, enquanto as duas estiveram no ar, simultaneamente.


Os números prévios do Ibope mostraram que a “novela bíblica” da Record somou 21,2 pontos, contra 20,5 durante os 11 minutos em que foram exibidas simultaneamente, entre 21h32 e 21h43.


“Pela primeira vez, uma novela da Record bate um folhetim da sua concorrente no horário principal. Estes números, prévios, estão sujeitos a alterações”, informou o jornalista Mauricio Styver, colunista do portal Uol.


A vitória, simbólica, é fruto de uma estratégia da emissora do bispo Edir Macedo, que, apostando na história contada em Os Dez Mandamentos, tem modificado levemente os capítulos, alongando-os, e levando-os ao ar um pouco mais tarde. “Confiante na audiência de sua novela, a Record tem atrasado o início e estendido a duração dos capítulos justamente com o objetivo de enfrentar o folhetim da Globo”, escreveu Stycer.


Ainda de acordo com os números prévios do Ibope, o embate entre as duas novelas foi ainda mais favorável à Record na cidade de Recife (PE), onde Os Dez Mandamentos somou 25 pontos de média, contra 16 de A Regra do Jogo, durante os 11 minutos que se enfrentaram. Em Belo Horizonte, o cenário foi parecido: 20 a 18.


O diretor da novela afirmou recentemente que já esperava isso: “A gente sabia que a novela ia ficar mais movimentada, a fase das pragas é muito emblemática e está no subconsciente das pessoas. Temos certeza que quando chegarmos à abertura do Mar Vermelho, a audiência vai explodir”, disse Alexandre Avancini.


Feliz por comandar a novela que talvez se torne o maior sucesso da história da Record, Avancini disse que o trabalho de produção da cena em que o Mar Vermelho vai se abrir é imponente: “Certamente é a sequência mais grandiosa que eu já dirigi na minha vida. É o elenco inteiro sempre. Cavalos, bigas, centenas de dublês. Todos os hebreus de um lado, exército egípcio de outro, centenas de figurantes”, exemplificou.


A maior parte da cena já foi gravada e está sendo finalizada, com efeitos especiais, por uma equipe de técnicos em efeitos especiais da produtora Stargate, de Hollywood: “É uma sequência que poucos diretores do cinema e da TV tiveram a oportunidade de dirigir”, comemorou.


“Fico mais feliz quando conseguimos quebrar essa linha de monopólio que se estabelece na nossa dramaturgia e mostrar para o espectador que existe vida e inteligência na dramaturgia em outros canais”, concluiu.



O Estado Islâmico estaria levando adiante a ameaça de exterminar os cristãos do mundo e parte do plano para levar adiante essa promessa envolve um ataque nuclear.

A informação foi revelada em uma reportagem do jornalista Jurgen Todenhofer, 75 anos, que se infiltrou no grupo terrorista e passou dez dias conhecendo os planos de ataque ao mundo ocidental.

O jornal inglês The Mirror publicou parte do relato de Todenhofer, que vai lançar um livro intitulado “Inside IS – Ten Days In The Islamic State” (“EI por dentro – dez dias no Estado Islâmico”, em tradução livre), contando as experiências e planos que conheceu no período em que se infiltrou.


O plano de holocausto para dizimar milhões de pessoas de uma só vez é tratado com sigilo no grupo, que pretende fazer “a maior limpeza religiosa da história” através de um “tsunami nuclear”.

“Os terroristas planejam matar centenas de milhões de pessoas. O Ocidente está subestimando drasticamente o poder do Estado Islâmico”, afirma o jornalista, lembrando que os extremistas não diferenciam seus alvos, planejando assassinar todos aqueles que não sigam sua interpretação do islamismo.

No período que esteve em Mosul, no Iraque, teve a oportunidade de conversar com Mohammed Emwazi, que ficou conhecido como “Jihadi John” por decapitar reféns do Estado Islâmico em frente às câmeras.

De acordo com Todenhofer, Emwazi revelou que essas mortes foram usadas como forma de espalhar terror: “As decapitações são estratégias para provocar medo nos inimigos e têm funcionado bem. Observe a tomada de Mosul, no Iraque, feita com menos de 400 homens. Eles são o inimigo mais brutal e perigoso que já vi na vida. Não vejo ninguém que tenha uma chance real de pará-los”, comentou o jornalista.

Fonte: gospelmais



Os extremistas do Estado Islâmico já estariam colocando em andamento seu plano de dominação mundial e atentos a um cronograma, planejam oextermínio de cristãos e judeus. Dentro desse plano, construído a pretexto de se fazer cumprir profecias de Maomé, planejam decapitar o papa e promover a batalha do Armagedom até 2015.

As revelações foram feitas pelo escritor Robert Spencer, um pesquisador e estudioso do islamismo, em seu novo livro, “Infidel’s Guide to ISIS” (“Guia do infiel para entender o Estado Islâmico”, em tradução livre). Segundo informações da emissora Christian Broadcasting Network, o autor apresenta e explica em detalhes os planos dos extremistas.

Para os integrantes do Estado Islâmico, a “batalha final” – evento a que os cristãos se referem como Armagedom – acontecerá daqui a dez anos, em 2025. Nesse meio tempo, eles vêm se dedicando a cumprir profecias, como por exemplo, a previsão de Maomé sobre a conquista das maiores cidades do Império Romano.

Quando Maomé deixou essa tarefa aos muçulmanos, referia-se a Roma e Constantinopla, que hoje é a cidade turca de Istambul, e já é dominada pelo islamismo. Nesse cenário, o símbolo da conquista de Roma – vista como a “capital” do cristianismo, por sua importância durante os primeiros anos da Igreja Primitiva e por ser sede, nos dias atuais, da Igreja Católica – seria a decapitação do papa em praça pública, com transmissão via internet.

Na visão dos extremistas, essa seria a principal condição para o retorno de Mahdi, figura equivalente ao Messias no islamismo. Junto da conquista de Roma, o Estado Islâmico planeja sua expansão também no Oriente Médio, conquistando o Irã e a Arábia Saudita.

“O Estado Islâmico trabalha com um calendário onde em 10 anos, perto do ano 2025, ocorrerá o Armageddon, a luta final entre o bem e o mal, ou entre os muçulmanos e os não-muçulmanos”, explica o autor, lembrando que a conquista de Roma é planejada para daqui a cinco anos, 2020.

Para Spencer, a atual crise de refugiados tem sido aproveitada pelos extremistas para enviar soldados à Europa e áreas do norte da África. Esse palpite do escritor se baseia na publicação online do Estado Islâmico chamada “Bandeiras Negras de Roma”, em que são revelados partes do plano de ação para tomada da Europa.

Nesse documento, o Estado Islâmico revela que usará células terroristas “adormecidas” na Europa, que ao longo dos anos vêm reunindo muçulmanos que serviram nas forças armadas do continente, além de atrair novos fiéis.

No cronograma construído pelos extremistas a partir de suas crenças sobre a profecia de Maomé, todo esse planejamento resultará em uma batalha entre muçulmanos e não-muçulmanos na região de Dabiq, na Síria, que já está sob seu controle.

“Essa é a sua versão do Armagedom”, pontua o autor. “Então Jesus se unirá ao profeta muçulmano, o Mahdi, e juntos irão conquistar e islamizar o mundo”, acrescenta, apontando o motivo do planejamento tão detalhado por parte dos extremistas.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015


Por: Ciro Sanches Zibordi

Em muitas Assembleias de Deus, o tempo da exposição da Palavra de Deus tem sido suprimido ou reduzido por causa de shows de coreografia ou peças teatrais. Além disso, pregações sobre a obra expiatória do Senhor Jesus e as ministrações do Espírito Santo têm cedido espaço à falaciosa Teologia da Prosperidade e ao aberrante “reteté”. A exposição das Escrituras sob a unção do Espirito não é mais suficiente. É preciso animar auditório, recorrer a práticas bizarras, como derramar jarras de azeite sobre a cabeça, ou empregar técnicas para emocionar as pessoas, como o famigerado fundo musical.

É triste, mas em muitas Assembleias de Deus o culto não é mais para Deus e faz-se de tudo um pouco para agradar as pessoas e massagear seus egos. Capoeira, “gospel funk”, street dance, “festa jesuína” e outras formas de entreter o povo têm sido adotadas como estratégias de “evangelização”. Está essa igreja pentecostal centenária se neopentecostalizando? A bem da verdade, o Deus da Assembleia tem as suas reservas na terra. Há pastores e expoentes das Escrituras que têm cuidado de si mesmo e da doutrina (1 Tm 4.16) e não se deixaram influenciar pelo místico neopentecostalismo. Mas muitos líderes que se dizem assembleianos já se neopentecostalizaram — infelizmente —, a fim de agradarem a uma multidão de interesseiros.

Todos os líderes da Assembleia de Deus deveriam saber que o modelo de culto pentecostal não está nas igrejas neopentecostais — que propagam um culto pseudopentecostal —, e sim na Palavra de Deus, mais precisamente em 1 Coríntios 14. Esta passagem bíblica apresenta, pelo menos, sete caracteríscas para o culto genuinamente pentecostal.

1. O propósito principal da manifestação multíplice do Espírito Santo em um culto coletivo a Deus é a edificação do seu povo (vv. 4,5,12). Risos intermináveis e supostas quedas de poder edificam em quê?

2. A faculdade do intelecto não pode ser desprezada no culto em que o Espírito Santo, de fato, age (vv. 15,20). Ninguém genuinamente usado pelo Espírito deixa de raciocinar normalmente, em um culto coletivo a Deus.

3. Um culto a Deus não deve levar os incrédulos a pensarem que os crentes estão loucos (v. 23). O que pensam os não-crentes que assistem a certos vídeos disponíveis no YouTube, nos quais vemos pessoas caindo ao chão, rindo sem parar, rosnando, latindo, mugindo, rugindo, uivando e rolando umas sobre as outras?

4. O culto coletivo deve ter ordem e decência; tudo deve ocorrer a seu tempo: louvor, exposição da Palavra, manifestações do Espírito (vv. 26-28,40). Um culto que não tem ordem nem decência é dirigido pelo Espírito?

5. No culto genuinamente pentecostal deve haver julgamento — segundo a reta justiça, conforme João 7.24 —, discernimento, a fim de se evitar falsificações (v. 29). Leia também 1 Coríntios 2.15 e 1 João 4.1.

6. Haja vista o espírito do profeta estar sujeito ao próprio profeta, é inadmissível que aconteçam manifestações consideradas do Espírito Santo em que pessoas fiquem fora de si (v. 32).

7. O Deus que se manifesta no culto coletivo não é Deus de confusão, senão de paz (v. 33). Quando um showman como Benny Hinn derruba pessoas carentes de uma bênção ou os seus supostos opositores com golpes de seu paletó, além da confusão que se instala no “culto”, tal atitude não é nada pacificadora. E quem recebe a glória, indutivamente, é o próprio showman.

Diante dos princípios apresentados, não há como considerar o “cair no Espírito” e a “unção do riso” como manifestações genuinamente do Espírito Santo! Não nos enganemos. O verdadeiro avivamento só ocorre quando há submissão à Palavra de Deus e ao Deus da Palavra. Lembremo-nos de que, se alguém cuida ser profeta ou espiritual, deve reconhecer os mandamentos do Senhor (1 Co 14.37).

Fonte: Cpadnews


A guerra civil na Síria colocou os cristãos do país em uma situação de vulnerabilidade, pois o regime ditatorial apontado como sanguinário que governa o país protegia a liberdade religiosa dos cristãos. Até o surgimento da Primavera Árabe, a Síria era apontada como um dos locais mais seguros para cristãos no Oriente Médio.

Agora, com a ascensão do Estado Islâmico, conhecido por seu radicalismo, os cristãos que antes tinham proteção, agora são caçados, como bem explicou o jornalista Gustavo Chacra em sua coluna no site do jornal O Estado de S. Paulo.

“Na Guerra da Síria, por exemplo, todos os lados, sem exceção, são ruins. Mas o fato é que os cristãos sírios, em sua maioria, se sentem protegidos pelo regime de Bashar al Assad, pelo Irã, pelo Hezbollah e, acima de tudo, pela Rússia. Não que eles gostem do líder sírio, do regime de Teerã e do grupo xiita libanês. Alguns gostam, outros, não. Mas se sentem protegidos por eles diante da ameaça de grupos rebeldes opositores ultra radicais islâmicos, seguindo a ideologia wahabbita do islamismo sunita. Sabem também que, entre os grupos armados da oposição, todos são extremistas, não apenas o […] Estado Islâmico”, escreveu Chacra.

Analisando a entrada da Rússia de forma mais incisiva no cenário de combate ao Estado Islâmico, o jornalista aponta que o país presidido por Vladimir Putin “entende melhor o cenário na Síria” do que os Estados Unidos, por exemplo, e termina por ser o principal protetor dos cristãos no país.

“[A Rússia] entrou no conflito por uma série de motivos […] entre eles, para defender os cristãos. É importante notar que a maior parte dos cristãos sírios são ortodoxos, com minorias melquitas, maronitas e assírias. Estes cristãos não se identificam com os evangélicos do Ocidente. Mas se identificam e muito com a Rússia, maior nação cristã ortodoxa do mundo”, explicou Chacra.

De acordo com o jornalista, a ação militar russa na Síria conta, inclusive, com apoio da liderança cristã do país: “O Patriarca Russo defendeu a intervenção de Putin na Síria dizendo que isso é fundamental para defender os cristãos. Ao longo do conflito, o maior líder cristão da Rússia também declarou uma série de vezes apoio ao regime de Bashar al Assad por proteger os cristãos. Outros patriarcas cristãos do mundo árabe realizaram reunião ecumênica recentemente em Damasco para apoiar o líder sírio – Damasco é sede de quatro patriarcados cristãos”, contextualizou.

Ao final de seu artigo, Gustavo Chacra destaca a complexidade do cenário no Oriente Médio e a dificuldade dos políticos ocidentais em compreender esse quadro, lembrando que os valores morais adotados nessa região do mundo nem sempre são aplicáveis àquela área: “Ao longo destes meus anos cobrindo o conflito, sempre fiquei surpreso como muitas vezes o Ocidente não entende o cristianismo oriental […] Os russos, por incrível que pareça, são os que melhor leem a situação dos cristãos. Nos EUA e mesmo no Brasil, infelizmente, pessoas que talvez sejam bem intencionadas entendem completamente errado a situação dos cristãos”, resumiu.

Fonte: Gospel +

As cidades que até hoje são citadas como sinônimo de pecado, imoralidade e perdição, Sodoma e Gomorra, podem ter tido seus alicerces encontrados por arqueólogos da Universidade Southwest Trinity, sediada no estado do Novo México (EUA).

O líder da equipe de pesquisa, professor Steve Collins (foto), afirmou que a descoberta das reuínas das cidades antigas aconteceu após 10 anos de escavações e análises dos materiais encontrados.

“A equipe de arqueólogos desenterrou uma mina de ouro das antigas estruturas monumentais, revelando uma enorme cidade-estado da Idade do Bronze que dominava a região sul do Vale do Jordão”, disse Collins, segundo informações do Christian Today.

O professor, que chefiou o projeto chamado de “Tall el-Hammam”, disse que a década de trabalho aumentou exponencialmente o conhecimento sobre a região: “Sabia-se muito, muito pouco sobre a Idade do Bronze no Al-Ghor (área no sul do Vale do Jordão) antes de começarmos nossas escavações em 2005”, afirmou.

“O que temos em nossas mãos é uma grande cidade-estado que era, para todos os efeitos práticos, desconhecida para os estudiosos antes de começarmos o nosso projeto”, acrescentou o professor.

As análises feitas no material recolhido das ruínas foram comparadas com vestígios coletados de outras cidades antigas próximas, e com o resultado, Collins aponta que o atual local é o que possui maior probabilidade de ser a “cidade perdida” de Sodoma: “O projeto ‘Tall el-Hammam’ atendeu cada critério que Sodoma exigia pelo texto”, disse ele, fazendo referências às menções existentes sobre ambas as cidades nos Velho e Novo Testamentos, na Torá, no Alcorão e no chamado Livro da Sabedoria.

Outros estudos também apontam na direção que as cidades realmente existiram, e que o relato bíblico sobre sua destruição pode ser real, embora a ciência aponte motivos “naturais” para o evento que resultou no colapso de Sodoma e Gomorra.


O Estado Islâmico registrou mais um episódio de perseguição a cristãos ao executar um grupo de fiéis que, orando o Pai Nosso, se recusou a negar o nome de Jesus.

O caso foi registrado na Síria, na última semana. Entre os doze fiéis que recusaram se converter ao islamismo em troca de sua vida, havia uma criança de 12 anos de idade.

De acordo com informações do Christian Today, três homens e o menino foram mortos crucificados, depois de serem torturados pelos extremistas.

Missionários da organização humanitária Christian Aid relataram que o assassinato dos cristãos ocorreu na região de Aleppo, e que os militantes do Estado Islâmico fizeram torturas físicas e psicológicas.

Diante da recusa dos cristãos em se converterem ao islamismo, o menino foi torturado na frente de seus pais e familiares: “Em frente ao líder da equipe e parentes no meio da multidão, os extremistas islâmicos cortaram as pontas dos dedos do menino e o bateram severamente, dizendo a seu pai que parariam de tortura-lo somente se ele, o pai, se convertesse ao islamismo”, diz um trecho da nota divulgada pela Christian Aid.

“Eles foram mortos por se recusarem a converterem-se ao islamismo depois de abraçar o cristianismo, assim como foram os outros oito trabalhadores humanitários, incluindo duas mulheres”, acrescentou a nota.

Mesmo diante de toda essa pressão, o pai do menino se manteve firme em sua fé, e terminou crucificado ao lado do filho e de seus dois amigos, também cristãos.

Os outros oito cristãos, que estavam em outro local na aldeia, também foram convidados a renunciar à sua fé. Quando eles se recusaram, os extremistas reuniram os espectadores e os fizeram assistir o estupro coletivo de duas mulheres do grupo. Na sequência, eles decapitaram os oito cristãos.

Segundo informação veiculada pelo Christian Post, a morte dos 12 cristãos é o caso mais recente de execução feita pelo Estado Islâmico em casos de cristãos que se negam a renunciar a Cristo. Desde a guerra civil começou em 2011, o número de cristãos na Síria diminuiu para quase um terço da população original e agora pode ser inferior a 200 mil fiéis.


A Igreja Católica está atravessando um momento de turbulência por causa de sua postura a respeito da homossexualidade. Nos últimos dias, duas situações opostas envolvendo representantes da denominação ocuparam as manchetes da imprensa mundial.

O papa Francisco, na abertura do Sínodo no último domingo, 04 de outubro, afirmou que o casamento é uma instituição formada pela união de um homem e uma mulher, que dá um “real significado do [termo] casal e da sexualidade humana nos planos de Deus”, o que reforçou a visão da maioria absoluta dos cristãos a respeito desse assunto.

No entanto, um dia antes, o Vaticano precisou emitir um comunicado sobre a fala do padre polonês Krysztof Olaf Charamsa anunciando sua homossexualidade e admitindo ter um companheiro.

“Sei que terei de renunciar a meu ministério, apesar de ser a minha a vida”, declarou. “Sei que a Igreja me verá como alguém que não soube cumprir com seu dever (castidade), que se extraviou e, se não fosse pouco, não com uma mulher e sim com um homem!”, acrescentou.

A declaração do padre Charamsa, feita ao jornal italiano Corriere della Sera causou rebuliço na sede da Igreja Católica, e o porta-voz do Vaticano estranhou a oportunidade: “A escolha de fazer uma declaração tão impactante um dia antes da abertura do sínodo é muito grave e irresponsável […] porque tenta submeter à assembleia dos bispos a uma pressão midiática injustificada”, disse o padre Federico Lombardi. “Evidentemente, o monsenhor Krysztof Olaf Charamsa não poderá continuar desempenhando suas funções precedentes na Congregação para a Doutrina da Fé”, acrescentou.

Já durante o Sínodo, Francisco reiterou a posição da Igreja Católica sobre a homossexualidade evidenciada durante sua visita aos Estados Unidos: “Esse é o sonho de Deus para sua amada criação: vê-la na união amorosa entre um homem e uma mulher, regozijando-se em sua jornada compartilhada, fecunda em sua doação mútua”, disse o papa.

Como é comum de seu discurso, Francisco destacou que os seguidores de Jesus Cristo devem ser compassivos com quem vive de forma diferente do que prega o Evangelho: “A igreja deve procurá-lo, aceitá-lo e acompanhá-lo, porque uma Igreja com as portas fechadas trai a si mesma e a sua própria missão, e, em vez de ponte, torna-se barreira”.

O cantor Justin Bieber voltou a causar escândalo ao acender um cigarro de maconha e tomar uma garrafa de conhaque durante uma de suas apresentações na Nova Zelândia.

O show, que Bieber dividia a dupla de rappersRae Sremmurd, foi realizado dias após a divulgação de uma longa entrevista do cantor falando sobre seus novos trabalhos e sua vontade de ser como Jesus.

As imagens do consumo de maconha e conhaque foram feitas por fãs que acompanhavam a apresentação, de acordo com informações do site TMZ.

Bieber, que se habituou a agir por impulso e a fazer pedidos de desculpas, já teria expressado arrependimento pelo mais recente episódio de incoerência.

A entrevista à revista Complex, em que o cantor fala sobre sua ambição de “viver como Jesus”, teve grande repercussão entre seus fãs e também entre evangélicos de todo o mundo. Nela, Bieber explica que sua vontade é ser um modelo que reflita os ensinos do Filho de Deus: “Não é ser Jesus – eu nunca poderia -, eu não quero que me deparar com um estranho. Ele criou um modelo bastante impressionante de como amar as pessoas e como ser gracioso e amável. Se você acredita nisso, Ele morreu por nossos pecados…”.

Na ocasião, Bieber disse que não se vê como alguém “religioso”, o que foi entendido como uma crítica às igrejas, pois o cantor se disse incomodado com algumas “coisas muito estranhas que estão acontecendo” nessas comunidades de fé.

Por fim, se disse nascido de novo, como alguém que havia sido transformado: “Temos o maior curador de todos, e seu nome é Jesus Cristo. E ele realmente cura. É isso. É hora de que todos nós compartilhemos a nossa voz. O que quer que você acredita. Compartilhe-o. Eu estou em um ponto onde eu não vou segurar isto comigo”.


O evangelista Billy Graham, que completa 97 anos no próximo dia 07 de novembro, expressou seu pesar e preocupação com o futuro da sociedade ocidental.

De acordo com Franklin Graham, filho de Billy, seu pai está atordoado com o “declínio moral” dos Estados Unidos “e a passividade diante do pecado” que a Igreja demonstra.

A revelação foi feita na última quarta-feira, 30 de setembro, durante o anúncio do lançamento do novo livro de Billy Graham, “Where I Am: Heaven, Eternity, and our Life Beyond” (“Onde estou: céu, eternidade e nossa vida no além”, em tradução livre), que levou dois anos para ser concluído e explora as falas de Jesus narradas em João 14.

Segundo informações do SRN News, Franklin Graham contou que, para seu pai, o mundo de hoje é quase irreconhecível em relação ao que era em 1918, quando nasceu.

O pastor Franklin ressaltou que seu pai vem demonstrando grande preocupação com a perseguição religiosa aos cristãos do Oriente Médio, assim como com a decisão tomada pela Suprema Corte dos Estados Unidos de tornar legal a união civil de pessoas do mesmo sexo.

Sobre a saúde de Billy Graham, Franklin destacou que ele está relativamente saudável, levando em conta sua idade, e que apesar de sentir algumas limitações da fragilidade inerente de quase um século de vida, com problemas para andar, enxergar e ouvir, ainda mantém o raciocínio claro e objetivo, e pretende acompanhar em detalhes a corrida presidencial dos Estados Unidos em 2016.

Recentemente os parlamentares da Carolina do Norte, seu estado natal, aprovaram por unanimidade a construção de uma estátua no Capitólio dos Estados Unidos, em Washington, DC, como homenagem à sua vida dedicada à evangelização.

A proposta visa substituir a estátua de um antigo governador da Carolina do Norte no memorial do Capitólio. Charles Aycock, que governou o estado entre 1901 a 1905, foi homenageado após a sua morte, mas agora tem seu nome ligado a polêmicas raciais, sendo considerado uma figura política questionável.

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